Um vinho alemão é reconhecível?

Não se tomam muitos vinhos alemães no Brasil, talvez porque tendem a ser mais caros, ou quem sabe por falta de hábito dos apreciadores brasileiros. Também há o fato de que até há pouco tempo, vinhos alemães eram na sua maioria brancos, e os raros tintos não tinham...

Às cegas, a humildade

Sempre é bom fazermos uma degustação às cegas para evitarmos poses muito altaneiras. Desta vez, foi o confrade Paulo Mazeron que, em 12 de novembro de 2015, tomou a inciativa de trazer alguns vinhos de linhas básicas de vinícolas do Uruguai, Chile e Argentina. O...

Algo de novo em Syrah

Sempre é bom revisitar castas que são nossas velhas conhecidas, e em 3 de setembro de 2015 os confrades Ducati e Jandyra trouxeram alguns Syrah…novos (!!!) para degustação de dez confrades. Na ocasião, foi distribuído o seguinte texto:A casta Syrah é adaptada a locais...

Quatro Pinot Noir

Em degustação organizada pelo nossa confrade Magali Barberena em 14 de maio de 2015, dez associados puderam apreciar um seleção de Pinot Noirs, dentro da filosofia de que nossa percepção deve ser periodicamente reavivada para que as lembranças gustativas não se...

História de três Tannats

Um bom Tannat sempre agrada…quanto mais três! para um pequeno grupo de associados, nossa confrade Jandyra Fachel apresentou três belos vinhos desta casta, em 7 de maio de 2015. Tratava-se de, às cegas, identificar qual seria o Tannat não-uruguaio. Os vinhos...